Vivaldo fala de candidatura e revela porque disse não a Jabes

José Vivaldo Mendonça
Arquivo/Google

Depois de deixar o comando da CAR (Companhia de Desenvolvimento da Ação Regional), uma instituição com a missão de promover o desenvolvimento regional por meio da inclusão socioprodutiva, durante o governo de Jaques Wagner, o engenheiro agrônomo José Vivaldo Mendonça agora se prepara para iniciar um MBA em Gestão Pública. Coincidência ou não, nos próximos dias também estará assinando sua ficha de filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). As especulações dão conta de que as duas iniciativas miram em um só endereço: o Palácio Paranaguá, sede do governo de Ilhéus.

"Sou um quadro do PSB e o partido terá um candidato a prefeito de Ilhéus. Mas ainda não há decisão tomada de que este nome seja o meu", revelou hoje pela manhã ao Jornal Bahia Online, ao conceder uma entrevista exclusiva. Para Vivaldo, o que há, de fato, na iniciativa do seu partido, é participar do processo eleitoral com vontade de fazer algo melhor pela população. "Vivemos um sentimento de urgência. É preciso inovar o ambiente da administração pública e a cidade precisa de um prefeito que tenha postura de estadista e não aquele que se prepare apenas para a disputa de uma eleição", afirmou.

Vivaldo diz que, caso venha a ter o seu nome oficializado pelo PSB para concorrer à prefeitura de Ilhéus vai trabalhar para unir as forças que estejam dispostas a construir um novo modelo de gestão pública, que envolva, sobretudo, o diálogo, a sinceridade com a sociedade civil organizada. "Não tenho absolutamente nada contra o atual prefeito. Tenho a favor de Ilhéus. Esta cidade tem que voltar a ser protagonista do desenvolvimento regional", acentuou.

Ilheense, filho de uma professora aposentada, morador do bairro Pacheco e formado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), onde iniciou a militância política, pela primeira vez Vivaldo Mendonça revelou por que não aceitou o convite do atual prefeito, Jabes Ribeiro, para assumir a secretaria municipal de Governo, deixada recentemente pelo ex-vereador Jailson Nascimento. "Jabes não é assessorável e eu não estou atrás de emprego. Estou a procura de trabalho", brincou, ao justificar a negativa de compor a equipe da atual administração.

Antes, porém, de se jogar na disputa eleitoral (que ainda não confirma), Vivaldo Mendonça pode ter um outro desafio: dirigir a Ceplac. Ele é um dos nomes cotados para assumir a direção-geral da entidade. Seria, inclusive, o nome defendido pelo governador Rui Costa, mas encontraria resistência dentro do próprio PT, que não aceita vê-lo na disputa eleitoral de 2016 caso aceite o cargo.

Perguntando como reagiria se tivesse que escolher entre a  Ceplac e uma futura candidatura a prefeito de Ilhéus, Vivaldo foi taxativo: a Ceplac terá então outro nome na direção.

Ao que parece, o homem está disposto. 

 

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