Audiência sobre tarifa termina em tumulto, balas de borracha e estudante ferido

Estudante mostra a bala disparada ao comando da PM
JBO/Mauricio Maron

A realização de um estudo sobre o valor da tarifa no transporte coletivo de Ilhéus era vista pelo Movimento Reúne Ilhéus como essencial para a redução no valor da tarifa. Não é o que aponta o trabalho feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), instituição ligada à Universidade de São Paulo. O estudo revela a necessidade de um aumento no valor da tarifa, que pode variar de 2,60 a 2,70.

O anúncio deste diagnóstico não pôde sequer ser concluído agora à noite. Estudantes que compareceram à sede da Justiça Federal, onde aconteceu a audiência, não gostaram do resultado e protestaram. O prefeito Jabes Ribeiro; o vice, Carlos Machado, secretários, assessores municipais e vereadores tiveram que contar com a segurança de guardas municipais e de PMs para conter os ânimos dos manifestantes e deixarem o local.

Na saída, mais confusão. Os protestos continuaram. Estudantes ameaçaram atacar um ônibus que trafegava pela área e a PM agiu. Balas de borracha foram disparadas contra o grupo. Um estudante foi atingido. Mascarados provocavam a polícia e xingavam asd autoridades locais. O clima de tensão só foi controlado quase uma hora depois do prefeito Jabes Ribeiro deixar o local sob fortes vaias.

O prefeito Jabes Ribeiro acusou o Movimento Reúne Ilhéus de causar o tumulto. No entanto, lideranças do movimento negam a participação no episódio.  A maior parte do grupo que agiu era formado por menores estudantes e, alguns, utilizaram máscaras para não ser identificados. "Estávamos ganhando a batalha nos questionamentos que fazíamos ao representante da Fipe", garantiu, com ironia, um dos integrantes do Reúne Ilhéus.

Abaixo, um carnê de fotos exclusivas do conflito. Para ampliar, basta clicar sobre cada uma delas.

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