Reúne Ilhéus detecta primeiras contradições nas planilhas do transporte público

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JBO Arquivo

Em primeira mão. Um ponto nos estudos das planilhas apresentadas pelo governo municipal tem sido crucial para a continuidade do movimento, segundo assumiram agora há pouco lideranças do Reúne Ilhéus: a formatação do preço da tarifa se dá através de uma profunda análise do IPK - Índice de Passageiros por KM. Porém, segundo o movimento, os documentos até agora entregues não apresentam a quilometragem total do mês por veículo, o que inviabiliza estabelecer o IPK. "Como se conseguir avanço desta forma?", questionam lideranças do movimento.

Equipe do Reúne Ilhéus que está debruçada sobre as planilhas, assegura que já foram identificadas diversas contradições. Uma delas chama a atenção: apesar do cadastro do SIT conter a identificação de 50 mil estudantes, os valores financeiros apresentados neste ítem indicam que apenas metade deles usa, efetivamente, o transporte público todo mês. Pelo relatório apresentado, as empresas juntas possuem uma frota total de 149 veículos. Segundos as planilhas, 70 veículos têm mais de cinco anos de uso (sendo que 10 veículos ultrapassam uma década), o que infringe a Lei Orgânica do Município e o Edital de Licitação que estabelece a validade de cinco anos.

Desde que teve acesso às planilhas tarifárias das empresas de transporte coletivo entregues à Prefeitura com pedido aumento da passagem para R$ 3,05, além dos balancetes, o Reúne Ilhéus vem analisando a fundo todos os documentos repassados ao Movimento. As empresas afirmam, por exemplo, que a gratuidade é um “câncer” ao sistema de transporte, e que elas corresponderiam a um valor aproximado de 700 mil reais da média mensal. "Porém neste mesmo documento a Planilha apresenta a média de 264,4 mil reais em gratuidades mensais", detectaram os estudantes.

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