O capitalismo selvagem e a dor de quem não sobrevive a ele

Cena marcante no Banco do Brasil em Ilhéus
Maurício Maron

"A nossa escolha não tem por que ser feita entre socialismos que foram pervertidos e capitalismos perversos de origem, mas entre a humanidade que o socialismo pode ser e a inumanidade que o capitalismo sempre foi."

A frase imortalizada pelo escritor português José Saramago se confundiu, neste sábado, com a cena registrada pelo jornalista Maurício Maron, na agência do Banco do Brasil, em Ilhéus.

Enquanto clientes utilizavam os serviços do banco, um morador de rua descansava desaparcebido aproveitando o "conforto do ar condicionado" do local.

Sem sonho e sem esperança. Sam saldo, sem dinheiro e sem dignidade, talvez apenas sonhando com um sentimento descrito em outra frase, a de Jean Vercors: A humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista.

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