PCdoB diz que a relação com governo está muito ruim e pode deixar base em Ilhéus

Rodrigo faz protesto na porta da prefeitura
Arquivo/Facebook

Em primeira mão. O Partido Comunista do Brasil pode estar com os dias contados no governo do prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro. Os primeiros sinais públicos de uma relação desgastada puderam ser vistos – e ouvidos - durante a manifestação contra a PL 4330 que tramita no Congresso que amplia a terceirização para todas as atividades trabalhistas no País. O presidente do diretório municipal do PCdoB, sindicalista Rodrigo Cardoso, de megafone em punho, criticou o prefeito em vários trechos do trajeto que o grupo fez pelo centro da cidade e puxou "palavras de ordem" contra a atual gestão.

Neste domingo, ao conceder uma entrevista exclusiva ao Jornal Bahia Online, o sindicalista desabafou: "a relação está muito ruim". O PCdoB, assegura Rodrigo, está discutindo internamente se permanece no governo. "O desgaste geral que existe com a população devido aos problemas da gestão, de amplo conhecimento público, mas também a decisões políticas, como manter por três anos reajuste zero aos servidores, afeta com muita ênfase as bases partidárias, em especial os trabalhadores organizados nos sindicatos", afirmou.

De acordo com o presidente do PCdoB, os seus integrantes estão fazendo esforço para manter a unidade partidária, que consideram essencial para contribuir com melhorias para a cidade e para o povo de Ilhéus. Sabe-se que de há muito o PCdoB sente-se desconfortável na base aliada do governo. Ainda estaria pela força do suplente de deputado, em exercício do cargo de deputado federal, Davidson Magalhães, cunhado do atual prefeito.

“Davidson, além de ser vice-presidente estadual do partido e membro do comitê central, é o deputado federal que apoiamos aqui e está tendo, na opinião geral do partido, um ótimo início de mandato, totalmente de acordo com as expectativas da militância e as tradições partidárias, defendendo os direitos dos trabalhadores e já assumindo protagonismo nacional na presidência da frente parlamentar em defesa da Petrobras”, assegura Rodrigo. “Ele (Davidson) também está fazendo muito esforço para preservar a unidade partidária”, completa.

No entanto, apesar desta liderança e da força política que detém, Davidson não decide sozinho, segundo o presidente. "O que norteia a decisão política é a avaliação sobre em qual campo político podemos acumular forças para contribuir com a construção de melhorias para o povo", assegura.

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